Nos grupos, a partilha entre pessoas com histórias diferentes cria um espaço de apoio e reflexão coletiva. Seja no contexto de empresas, entre mulheres, jovens ou profissionais da escola, o grupo amplia as possibilidades de escuta, fortalece vínculos e ajuda cada participante a ressignificar suas experiências.
Cada encontro é um convite ao cuidado, à escuta e ao pertencimento.
O que são os Grupos Terapêuticos?
Os grupos são espaços guiados por mim, e como facilitadora, convido cada pessoa a se escutar e a escutar o outro, com respeito, cuidado e não julgamento.
É um processo de reflexão coletiva, onde a presença do grupo sustenta e impulsiona os movimentos de cada participante.
Mesmo sem falar em todos os encontros, cada pessoa é tocada pelo que escuta, pelo que sente, e pelo que é despertado em si, para tanto, utilizo uma abordagem terapêutica chamada [Contoterapia].
O que é Contoterapia?

A contoterapia é uma abordagem terapêutica que utiliza contos simbólicos como instrumento de escuta, reflexão e transformação.
Cada conto traz imagens arquetípicas que tocam camadas profundas da psique.
Ao narrá-los, escutá-los e refletir sobre eles, somos levadas a reconhecer aspectos da nossa própria história — dores, potências, feridas e possibilidades de cura.
Como funciona na prática?
Durante os encontros dos grupos, como facilitadora, escolho um conto com base no tema que está sendo trabalhado.
Esse conto é lido ou contado oralmente, e em seguida o grupo é convidado a refletir a partir de perguntas, associações livres e partilhas espontâneas.
Não é uma análise do conto, mas uma escuta de como ele reverbera em cada pessoa.
Exemplos de contos e aspectos trabalhados:
- “A Mulher Esqueleto” – Trabalha o medo da intimidade, o ciclo vida-mortevida nos relacionamentos e o compromisso com o processo emocional. Um conto que ajuda a confiar no fluxo da entrega e do renascimento afetivo.
- “Vasalisa, a Sabida” – Convida à reconexão com a intuição, com a sabedoria do corpo e da alma. Traz o simbolismo do enfrentamento da jornada e da autonomia emocional, especialmente no amadurecimento feminino.
- “La Loba” – Evoca a recuperação dos ossos da alma, ou seja, partes esquecidas, rejeitadas ou abandonadas de si mesma. Um chamado para reunir o que foi perdido e voltar à inteireza.
- “Barba Azul” – Um conto central para trabalhar os mecanismos de abuso psíquico, o alerta da intuição e a importância de reconhecer o que precisa ser encerrado para que a vida possa fluir. É poderoso para acessar feridas de submissão, medo e silenciamento.
- “Pele de Foca, Pele da Alma” – Aborda o exílio da própria natureza instintiva, o cansaço da alma e a necessidade de retornar ao lar interno. Um convite profundo ao autocuidado e à escuta das necessidades essenciais.
- “O Patinho Feio” – Toca o sentimento de inadequação, rejeição e o caminho de encontrar o próprio pertencimento. É muito potente para quem carrega histórias de exclusão, comparações e dificuldades com a autoestima.
Esses contos fazem parte da obra “Mulheres que correm com os lobos”, de Clarissa Pinkola Estés — que é uma das inspirações fundamentais da contoterapia nos grupos.
Eles não são interpretados literalmente, mas vividos como chaves simbólicas que abrem portais internos para cada mulher, cada grupo, cada momento.

Por que isso transforma?
Porque os contos não dizem o que fazer, mas despertam o que já vive em nós.
Ao entrar em contato com imagens simbólicas, acessamos conteúdos inconscientes que, muitas vezes, as palavras do dia a dia não alcançam.
É um processo sutil e profundo ao mesmo tempo.
E se for a sua vez de escutar um conto?
Se você sentiu algo vibrar ao ler esses trechos, talvez sua alma esteja pedindo espaço para se ouvir com mais cuidado.
Os grupos terapêuticos com contoterapia são caminhos profundos, mas gentis. Um espaço onde você não precisa saber tudo, nem dar conta de tudo — só estar presente já é o bastante.
Aqui, cada mulher encontra seu ritmo, sua voz e seus próprios significados.
Se quiser caminhar comigo nessa escuta simbólica, é só dar o primeiro passo.
Como se inscrever?
Participar de um grupo terapêutico é simples e começa com um primeiro gesto de cuidado consigo mesma.
- Escolha o grupo que mais faz sentido para o seu momento (mulheres, jovens, empresas, educadores ou grupos abertos).
- Preencha o formulário com seus dados de contato.
- Aguarde meu retorno: eu mesma vou te responder para explicar os detalhes (datas, valores e formato dos encontros).
Não se preocupe: sua inscrição só será confirmada depois que todas as suas dúvidas forem esclarecidas.
Importante lembrar:
- As vagas são limitadas, para que o espaço do grupo seja realmente íntimo e acolhedor.
- A participação não exige experiência prévia, apenas abertura para a escuta e o processo coletivo.
- O sigilo e o respeito são princípios fundamentais em todos os encontros.
Se preferir, fale diretamente comigo no WhatsApp:

